R$ 2,00 bem cuidado, chefia!

Analisei outro dia o papel que o flanelinha emprega na sociedade, e descobri que na verdade é uma espécie de “Mendigo Sênior”, pois vai até onde está seu público-alvo para pedir dinheiro já estipulando o preço da esmola(experimente entregar menos do que ele te pede!). Pensei então em alguns pontos, porque o serviço de flanelinha não pode ser considerado uma prestação de serviços:

- Se eu tivesse que pagar somente R$ 2,00 (o preço varia de região) para garantir a segurança do meu carro, não importando a viela que eu enfiasse ele, ninguém precisaria pagar seguro de carro, ou melhor ainda no contrato de seguro devia ganhar desconto ao marcar a opção “ ( ) Deixo meu carro aos cuidados de um flanelinha”

- Nos lugares que você paga adiantado para o flanelinha (normalmente próximo à teatro e casas de shows grandes) o cara tem a cara-de-pau de cobrar adiantado não para garantir a segurança do seu carro, mas porque ele mesmo irá arranhar seu carro e arrancar o rádio dele se você não pagar. Detalhe que nesses lugares o preço do “serviço” dele é absurdamente mais caro!

- Antes eles até ajudavam a estacionar (às vezes em vagas que só quem joga tetris consegue estacionar), mas hoje em dia raramente ajudam, ou somente na hora de tirar o carro para receber.

- Aonde que está regularizado o preço que devo pagar ao flanelinha? Se eu vou dar uma esmola eu tenho direito de entregar o que eu acho justo e o que eu tenho no bolso no momento.

- Flanelinha de restaurante ( o cara não é contratado pelo restaurante, porque eu teria que entregar algum dinheiro para ele?).

Portanto para incentivar essas pessoas com óbvias condições de trabalhar, para que procurem uma outra fonte de renda, e concluindo que eles são pedintes assim como o menino que bate no vidro do seu carro (o próprio governo lança campanhas contra dar esmolas) gostaria de lançar a singela campanha abaixo para ser vinculada em todas as cidades (só não cole no seu carro se não quiser ficar sem ele rs):

(por: Troy McClure)

Whale on a stick!

whale food

Olá macacada, não pude deixar de prestar atenção no noticiário que dizia que a humanidade está com problema de falta de alimento. Analisei então a situação com extrema dedicação e cuidado (yeah right!) e descobri que a solução é simples: Vamos começar a nos alimentar de espécies inúteis! Pensem só, os carnívoros ganhariam mais uma espécie para entrar para o cardápio enquanto os vegetarianos menos disputa de alimentos (se eliminássemos um animal herbívoro por exemplo!) Abaixo existe uma análise técnica detalhada dos principais animais que devem ir para a panela:

Baleia – me diga porque devemos manter vivo um mamífero que mataria a fome de muita gente pelo seu tamanho gigantesco (animal que inclusive devora milhares de peixes por dia que também são nossa fonte de alimentação). Você realmente acha que a natureza tem um animal desse tamanho para ficar fazendo show no Sea World? Estão certos os japoneses, que estão anos à frente de nós!

Dromedário – Esse animal nada mais é que um camelo “loser” que só desenvolveu uma corcova. Apenas estaremos ajudando a famosa lei da seleção natural de Charles Darwin, a espécie de duas corcovas é mais “maneiro”, ponto final.

Urso Polar – Existe algum motivo que justifique evitar a extinção desse animal? Minha única preocupação com os pólos é que ele não derreta e inunde tudo. Na verdade todos os animais que vivem no frio lazarento são burros e devem ser devorados.

Pequinês – Particularmente porque odeio essa espécie de cachorro. É uma das mais irritantes e feias ao lado do Chiuaua. Estaríamos fazendo um favor à sociedade. Detalhe que ele vem da China, lugar onde as pessoas comem cachorro.

Boto cor-de-rosa – Quem se importa com esse? O animal é tão querido que está vinculado à lenda de que ele se transforma em homem para arrastar as mulheres e afogá-las! O estuprador da Natureza!

Portanto chega de frescura em relação às milhares de espécie que existem a mais no mundo hoje! Não chegamos ao topo da cadeia alimentar ficando com pena dos outros animais. Morte à Shamu!

(por: Troy McClure)

5 coisas burras que todo mundo acha inteligente:

the dumb nerd

1- Fernanda Young: o programa devia se chamar Irritando quem vê o Irritando Fernanda Young. Essa coisa de diálogos rápidos, sacadinhas sarcásticas, e falar em cima das respostas dos outros já foi feito antes de forma muito mais irritante, no seriado Gilmore Girls! Valor de QI: o mesmo de qualquer seriado voltado pro publico feminino.

2- Jô Soares: você pode pagar pau pro fato do cara falar outras línguas, fumar charuto e ter uma banda de “jazz”. Mas o inglês é tosco, as piadas são escritas pelo Max Nunes, o mesmo roteirista de galhofas da tv como Zorra Total, e pela ultima vez: só porque o baterista toca fraco, não quer dizer que é Jazz porra! Valor de QI: o mesmo da praça é nossa se o Carlos Alberto fosse um almofadinha.

3- Arnaldo Jabor: ele é velho, e está puto. A tv precisava de opinião, posições firmes e argumentação de alto impacto para assuntos polêmicos. Por alguma razão, muito além da nossa compreensão, nosso chapa Arnaldo Jabor, como um John McClane da retórica foi chamado pro serviço. Seja como for, ali está ele, na sua tv, esbravejando contra seja lá o que for a bola da vez. A argumentação não é lá muito convincente, os temas nem sempre são bem explorados, e as coisas que ele fala não são lá grandes coisas. Na real você não precisa entender picas do que ele está falando, só que ele está puto. E é velho. Valor de QI: tenta ser o Paulo Francis, mas termina parecendo o Enéas gritando nos seus quinze segundos.

4- Lobão: esse maluco era um roqueiro “rebelde” dos anos 80 que era incompreendido e “á frente do seu tempo” e perdeu grande parte do seu cérebro de roqueiro “rebelde” lá nos anos 80 mesmo. Junto com sua carreira, seu sucesso e sua capacidade de articulação verbal. Mas desde que ele reapareceu esbravejando contra as grandes gravadoras um monte de gente começou a levar ele á sério! Em qualquer planeta normal, esse cara seria tirado pra um has-been sem qualidade cuspindo no prato em que comeu, mas aqui ele virou mediador de um programa de debates, onde ele continua não sendo compreendido, dessa vez não por ser um drogado “à frente de se tempo”, mas porque não dá pra entender porra nenhuma do que esse doido fala. Valor de QI: o mesmo do Silvester Stallone dos anos 90 pra cá.

5- Alta Fidelidade: você garoto(a) juvenil lendo isso agora, deve achar esse filme bem sacado, cheio de referências sobre música pop, e deve dizer por aí que aquele diálogo sobre o Green Day/ Stiff Little Fingers ganhou seu coração, mas encare os fatos, o filme é uma comédia romântica legalzinha, que ainda deu origem a irritante mania de fazer listas fajutas como essa aqui ( humor auto depreciativo: ON). Valor de QI: o mesmo de qualquer filme da Meg Ryan.

(por: Dick Manitoba)